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terça-feira, 31 de julho de 2012

Linkin Park: ingressos para shows no Brasil à venda



Começaram hoje as vendas de ingressos para os shows do LINKIN PARK no Brasil. Para o show do Rio de Janeiro, os ingressos estão sendo vendidos apenas para clientes Citibank, Credicard e Diners.
Já para São Paulo está aberta a venda para o público em geral. A venda começou com atraso de quase 20 minutos e ainda de madrugada estavam esgotados os ingressos para o setor premium. Pela manhã o site chegou a informar que estavam esgotados os ingressos para o evento. Poucos minutos depois o site voltou a disponibilizar ingressos para todos os setores

Fonte: Linkin Park: ingressos para shows no Brasil à venda - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_837/160112-linkinpark.html#ixzz22CLmfWPh

Green Day: banda grava faixa em homenagem a Amy Winehouse


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A banda GREEN DAY revela que compôs música em homenagem a cantora Amy Winehouse, que faleceu ano passado. O frontman Billie diz: “Eu não a conheci, só achei que foi uma perda muito trágica. O interessante é que como o nosso segundo disco terá um clima de festa, ‘Amy’ vem com um gostinho do que são as consequências dessa farra. A morte dela aconteceu mais ou menos nesta mesma época no ano passado. Eu senti uma grande perda musical. O gosto musical dela era muito bom, ligado ao antigo soul, sons da Motown e Otis Reading. Ela era um elo para a atual geração com esse grande estilo de música”
A música estará no segundo disco da trilogia de álbuns preparados pela banda.

Fonte: Green Day: banda grava faixa em homenagem a Amy Winehouse - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_837/160056-greenday.html#ixzz22CIkAVlj

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Queensryche: segue a batalha entre integrantes



Em comunicado oficial, os membros do Queensryche acusam Geoff Tate de dificultar os negócios da banda, incluindo transição do site e mídias sociais, além do agendamento de shows.
Mesmo tendo perdido na justiça, o vocalista e sua esposa, ex-empresária do grupo, continuam recorrendo e novas audiências devem ser marcadas nos próximos dias.

Bruce Dickinson: valendo mais que o próprio Iron Maiden



Em 1997, o Iron Maiden já havia terminado sua primeira turnê com o então novo vocalista Blaze Bayley, referente ao seu décimo álbum de estúdio, intitulado "The X-Factor", e um ano antes lançou sua primeira (e até hoje a melhor) coletânea, a premiadíssima "Best of the Beast". Em contrapartida, o então ex-vocalista Bruce Dickinson lançou "Accident of Birth" naquele ano, e esse disco marcou seu retorno às raízes Heavy Metal que o tornaram famoso.
Não fosse o suficiente, Bruce ainda tinha em sua banda solo outro ex-Iron Maiden, o guitarrista Adrian Smith que, na minha opinião, é o melhor que já passou pela banda até hoje. No mesmo ano, Bruce e sua banda vieram ao Brasil para participar do (saudoso) festival Skol Rock. O setlist foi matador e põe em cheque se era melhor pagar um absurdo pra ver o Maiden naqueles anos ou o Bruce com seu modesto mas poderoso show:
1. Accident of Birth ("7 Toltec Arrival" as an incidental song)
2. Starchildren
3. 2 Minutes to Midnight (Iron Maiden's song)
4. Darkside of Aquarius
5. The Magician
6. Road to Hell
7. Tattooed Millionaire
8. Tears of the Dragon
9. Powerslave (Iron Maiden's song)
10. Taking the Queen
11. Flight of Icarus (Iron Maiden's song)
12. Laughing in the Hiding Bush
13. Run to the Hills (Iron Maiden's song)
Vale lembrar que as três últimas canções do Maiden neste setlist são petardos que estavam esquecidos. "Powerslave" não era tocada pela banda havia doze anos e foi relembrada pela banda dois anos depois, quando Bruce e Adrian salvaram a banda, retornando às atividades com o Maiden. "Flight of Icarus" estava esquecida havia dez anos e infelizmente ficou esquecida nos saudosos anos 1980, já que o Maiden nunca mais executou esse clássico ao vivo. "Run to the Hills", por sua vez, foi executada até 1993 e por questões sentimentais o Maiden não executou essa canção ao vivo sem Bruce na banda (foi o primeiro single dele com o grupo). A pergunta precisa ser repetida: valia mais ver o Maiden sem o Bruce ou o Bruce sem o Maiden naqueles tempos?
E não podemos deixar de notar os clássicos da carreira solo do Bruce, notados aquém do que deveriam, mas músicas fantásticas. A título de curiosidade, ele voltou em 1999 e gravou o ao vivo "Scream for me Brazil" em São Paulo. Infelizmente, os clássicos do Maiden não entraram no CD, mas aí está o set completo do espetáculo:
1. Trumpets of Jericho
2. King in Crimson
3. Chemical Wedding
4. Gates of Urizen
5. Killing Floor
6. Book of Thel
7. Tears of the Dragon
8. Laughing in the Hiding Bush
9. Accident of Birth
10. The Tower
11. Darkside of Aquarius
12. Powerslave (Iron Maiden's song)
13. Jerusalem
14. Tattooed Millionaire
15. 2 Minutes to Midnight (Iron Maiden's song)
16. Taking the Queen
17. Road to Hell
18. Flight of Icarus (Iron Maiden's song)
Pouquíssimo tempo depois, o Maiden lançou o PC game "Ed Hunter", Bruce e Adrian voltaram para a banda e eles saíram pela Europa e Estados Unidos na "Ed Hunter Tour", mas essa história todo mundo já conhece...

Def Leppard: a influência do Queen na formação



O DEF LEPPARD construiu um nome e tanto para si agora que estiveram por aí por uns 30 anos. Mas quem a banda respeitava enquanto estavam se formando?
Phil Collen (guitarra): "QUEEN foi o ponto de referência mais óbvio para todos nós. Era o tipo de banda que queríamos ser, pois eles eram tudo. Eles eram glam, eram grandiosos, eram vistosos, eram musicais e eram espertos o bastante para fazer canções inteiras sem absolutamente nenhuma guitarra nelas e a batida mais ridiculamente simples como em "We Will Rock You"
Joe Elliot (vocais): "Mas ainda sendo uma banda de rock também."

Ira!: Nasi e Scandurra descartam retorno da banda



Nasi e Edgard Scandurra deram uma entrevista ao blog Terraço Paulistano, da Veja Online, e quando foram questionados sobre uma possível reatamento da amizade e também sobre a volta ao IRA!, deram as seguintes respostas:
VEJA SÃO PAULO — Você e Edgard se falam atualmente?
Nasi — Não. Mas estou aberto para retomar nossa amizade. Eu o admiro muito. Mas a volta do Ira! está descartada.
VEJA SÃO PAULO — Por quê?
Nasi — Depois de tantas brigas, não acho que faríamos um bom som.
VEJA SÃO PAULO — Voltaria com o Ira!?
Edgard — Só se fosse num show para acabar com a fome do mundo.
VEJA SÃO PAULO — Reataria a amizade com Nasi?
Edgard — No máximo, posso voltar a cumprimentá-lo, pois não gosto de ter inimigos.
A entrevista na íntegra está no link abaixo:
http://vejasp.abril.com.br/blogs/terraco-paulistano/2012/07/biografia-promete-re...

Fonte: Ira!: Nasi e Scandurra descartam retorno da banda - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_837/159942-ira.html#ixzz226LrMZ45

Muse: revelando o conceito do novo álbum

Em recente entrevista a revista NME, a banda inglesa MUSE revelou os conceitos que cercam seu próximo álbum de estúdio, 'The 2nd Law'. Confira abaixo trechos da entrevista:
1ª Lei da Musedinâmica: Compreenda o conceito
"Nós somos praticamente os anarquistas do Universo", diz Bellamy, dissecando a dissolução da humanidade do terraço do Shoreditch. "É isso que somos."
O esgotamento da energia. O aumento do nível dos oceanos. O frenesi selvagem do mercado de ações e a guerra brutal por dinheiro, combustível e terras. A desafiadora determinação para sobreviver não importando o quão fútil seja o esforço. A morte do planeta. A ideia da humanidade como sendo um Sex Pistols intergalático, cuspindo na cara da Física. E como tudo isso acaba ficando definido como um gigantesco opera-pop, escravos cantando no navio, rock dos anos 80, funk do Prince e um pouco de Skrillex cantando Faith, do George Michael. Tudo na agenda de hoje – o aventuroso, desolador, desafiador sexto album do Muse, 'The 2nd Law'.
"Toda vez que eu assistia ao noticiário enquanto fazíamos o álbum era interminável coisas sobre a crise do Euro", ele relembra. "Todos esses novos programas parecem ser obcecados com crescimento. Há esse paradigma de crescimento que parece ser aceito, virou futilidade, todos os políticos, todas as empresas, e ninguém parece perceber que o planeta não é assim tão grande. Eu fiquei tão de saco cheio dessa conversa que resolvi saber o que realmente está acontecendo."
"Eu me interessei em ler sobre energia. A segunda lei da termodinâmica diz que parece haver uma gradual diminuição em nossos corpos, no planeta, no sol e assim por diante, mas parece que a vida, os humanos ou o que quer que seja está indo diretamente contra isso. Então o álbum é meu conflito interno pessoal da celebração dessa força, mas também dizendo "Caramba, onde nós vamos parar?"
É por isso que nesse álbum, mais uma vez, você parece se forçar para o reino do ridículo na tentativa de torná-lo ainda maior, mais insano e histérico?"
"Definitivamente", Matt concorda. "Em algumas faixas como Supremacy e Survival nós fomos a níveis absurdos. O álbum representa meu conflito pessoal nessa área. Ao mesmo tempo, nós queremos forçar a música e o que fazemos como uma banda que está crescendo."
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