Por João Renato Alves | Em 22/05/12 | Fonte: Van do Halen Fonte: Megadeth: Dave Ellefson narra documentário sobre guerra - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_839/155202-megadeth.html#ixzz1vgl6oQax
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quarta-feira, 23 de maio de 2012
Megadeth: Dave Ellefson narra documentário sobre guerra
O baixista do Megadeth, David Ellefson, é o narrador do documentário Shame On America. O projeto do diretor Fran Strine é um tributo a veteranos que defenderam o país e hoje passam por dificuldades financeiras, tendo que morar nas ruas.
Por João Renato Alves | Em 22/05/12 | Fonte: Van do Halen Fonte: Megadeth: Dave Ellefson narra documentário sobre guerra - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_839/155202-megadeth.html#ixzz1vgl6oQax
Por João Renato Alves | Em 22/05/12 | Fonte: Van do Halen Fonte: Megadeth: Dave Ellefson narra documentário sobre guerra - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_839/155202-megadeth.html#ixzz1vgl6oQax
Bee Gees: versões pesadas de Ozzy, Faith No More e Tragedy
Os roqueiros devem muito a gêneros anteriores, como o jazz, o blues e o country. Mas, ainda assim, correndo lado a lado, várias nuances musicais apareceram ao longo das décadas enquanto o Hard Rock e o Heavy Metal cresciam.
A Disco Music — difundida pela marcante voz da diva Donna Summer, que morreu de câncer de pulmão no último dia 17 — foi um desses estilos e, há pouco, perdeu mais um de seus entes.
Nesse domingo (20), faleceu, com 62 anos, depois de uma longa luta contra também um câncer, mas desta vez no cólon e no intestino, um dos irmãos Gibbs, o Robin – aquele dos óculos, dos Bee Gees.
O trio fez bastante sucesso nos anos 1960 e 1970, com hits como “Staying Alive”, “How Deep Is Your Love” e “I Started A Joke”.
Como forma de tributo, eis aqui algumas das canções em versões mais, digamos, pesadas...
O príncipe das trevas Ozzy Osbourne e Dweezil Zappa, nas guitarras:
O Glam Metal apurado do Tragedy:
E Mike Patton e sua trupe do Faith No More:
Postado por Breno Airan | Em 22/05/12 | Fonte: Rock na Velha |
Fonte: Bee Gees: versões pesadas de Ozzy, Faith No More e Tragedy - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_839/155197-covers.html#ixzz1vgjspxyb
Fonte: Bee Gees: versões pesadas de Ozzy, Faith No More e Tragedy - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_839/155197-covers.html#ixzz1vgjspxyb
Rush: biografia de Clockwork Angels escrita por Neil Peart
O site da gravadora Roadrunner Records disponibilizou recentemente a biografia completa de Clockwork Angels, escrita por Neil Peart. O baterista fala sobre todo o processo de concepção do álbum ao longo de três anos, explicando as composições, inspirações e outros detalhes muito interessantes.

Veja um trecho:
Sem dúvidas, nesse momento, depois de estarmos juntos há quase 38 anos (e mais ou menos uma década ou duas antes disso), Alex, Geddy e eu alcançamos nossos 'anos maduros'. No entanto, chegamos quentes e suados de trabalho, deslizando na terceira base, uma banda de turnês. Assim como nossa amizade bem-humorada, nossa dedicação e inspiração permanecem fortes, combinadas com a experiência duramente conquistada e o conhecimento adquirido ao longo de vinte álbuns de estúdio e, talvez, acima de tudo, fazendo milhares de shows ao vivo.
Em dezembro de 2009 nós três nos reunimos para falar sobre o próximo ano. Enquanto comíamos, bebíamos e ríamos muito, coisas que fazemos tão bem, discutimos todos os projetos que poderíamos alcançar em 2010. Poderíamos começar a trabalhar em um novo álbum ou lançar uma grande turnê. Como tolos que somos, acabamos fazendo as duas coisas.
Talvez o vinho possa ser o culpado por isso - por nossa conversa ambiciosa sobre criarmos uma nova música que fosse "um pouco mais prolongada". Por sua vez, o vinho parecia me animar (In Vino Veritas - No Vinho Está a Verdade) a falar com os rapazes sobre a minha idéia de um mundo fictício, uma configuração possível para um conjunto de canções que contariam uma história. (A primeira canção, "Caravan", contém uma linha chave: "In a world where I feel so small, I can’t stop thinking big" (Em um mundo onde me sinto tão pequeno, não consigo parar de pensar grande).
Meu amigo Kevin J. Anderson foi um dos pioneiros de um gênero da ficção científica que veio a ser chamado de "steampunk" – uma reação mais romântica e idealista contra os futuristas "cyberpunk", com seus cenários desumanizados, alienados e sua sociedade distópica. Nossas viagens anteriores para o futuro, como "2112" e "Red Barchetta", foram criadas dentro desse tipo mais obscuro de imaginação, buscando um efeito dramático e alegórico. Dessa vez pensei sobre as definições steampunk do "Futuro como deveria ter sido" ou "O futuro visto do passado" – conforme imaginado por Julio Verne e H. G. Wells no final do século XIX.
Postado por Vagner Cruz | Em 22/05/12 | Fonte: Rush Fã-Clube BrasilFonte: Rush: biografia de Clockwork Angels escrita por Neil Peart - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_839/155191-rush.html#ixzz1vghjxiyu
Veja um trecho:
Sem dúvidas, nesse momento, depois de estarmos juntos há quase 38 anos (e mais ou menos uma década ou duas antes disso), Alex, Geddy e eu alcançamos nossos 'anos maduros'. No entanto, chegamos quentes e suados de trabalho, deslizando na terceira base, uma banda de turnês. Assim como nossa amizade bem-humorada, nossa dedicação e inspiração permanecem fortes, combinadas com a experiência duramente conquistada e o conhecimento adquirido ao longo de vinte álbuns de estúdio e, talvez, acima de tudo, fazendo milhares de shows ao vivo.
Em dezembro de 2009 nós três nos reunimos para falar sobre o próximo ano. Enquanto comíamos, bebíamos e ríamos muito, coisas que fazemos tão bem, discutimos todos os projetos que poderíamos alcançar em 2010. Poderíamos começar a trabalhar em um novo álbum ou lançar uma grande turnê. Como tolos que somos, acabamos fazendo as duas coisas.
Talvez o vinho possa ser o culpado por isso - por nossa conversa ambiciosa sobre criarmos uma nova música que fosse "um pouco mais prolongada". Por sua vez, o vinho parecia me animar (In Vino Veritas - No Vinho Está a Verdade) a falar com os rapazes sobre a minha idéia de um mundo fictício, uma configuração possível para um conjunto de canções que contariam uma história. (A primeira canção, "Caravan", contém uma linha chave: "In a world where I feel so small, I can’t stop thinking big" (Em um mundo onde me sinto tão pequeno, não consigo parar de pensar grande).
Meu amigo Kevin J. Anderson foi um dos pioneiros de um gênero da ficção científica que veio a ser chamado de "steampunk" – uma reação mais romântica e idealista contra os futuristas "cyberpunk", com seus cenários desumanizados, alienados e sua sociedade distópica. Nossas viagens anteriores para o futuro, como "2112" e "Red Barchetta", foram criadas dentro desse tipo mais obscuro de imaginação, buscando um efeito dramático e alegórico. Dessa vez pensei sobre as definições steampunk do "Futuro como deveria ter sido" ou "O futuro visto do passado" – conforme imaginado por Julio Verne e H. G. Wells no final do século XIX.
Postado por Vagner Cruz | Em 22/05/12 | Fonte: Rush Fã-Clube BrasilFonte: Rush: biografia de Clockwork Angels escrita por Neil Peart - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_839/155191-rush.html#ixzz1vghjxiyu
terça-feira, 22 de maio de 2012
Bruce Dickinson: foi difícil evitar as drogas durante tours
Em uma entrevista de 2003, BRUCE DICKINSON diz que as turnês com o IRON MAIDEN serviram para abrir seus olhos – em razão dos altíssimos níveis de abuso de droga que testemunhava diariamente
.
O vocalista, apreciador de cervejas, sempre evitou substâncias ilegais, e ficava chocado com o quanto algumas mulheres se depreciavam para conseguir um pouco de cocaína.
Bruce disse: “As pessoas na América, especialmente nos anos 80, ficavam muito irritadas se você recusasse quando lhe ofereciam drogas. Nunca cedi a esta pressão. Não sou um cara das drogas e não fumo, para mim era só cerveja.”
“Nunca toquei em nada alucinógeno porque já sou bem agitado por natureza.”
“As mulheres que frequentavam as casas de rock eram as piores – elas faziam de tudo desde que você as desse um pouco de coca.”
“Tivemos um membro da equipe de turnê que manteve uma garota amarrada em seu quarto durante três dias. Ele a deixava amordaçada, agitada, completamente nua na cama.”
Traduzido por Luciano Dias | Em 03/04/11 | Fonte: Contact Music |
Enviar por emailEnviar correçãoFonte: Bruce Dickinson: foi difícil evitar as drogas durante tours - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_852/127750-brucedickinson.html#ixzz1vYeW7W4r
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O vocalista, apreciador de cervejas, sempre evitou substâncias ilegais, e ficava chocado com o quanto algumas mulheres se depreciavam para conseguir um pouco de cocaína.
Bruce disse: “As pessoas na América, especialmente nos anos 80, ficavam muito irritadas se você recusasse quando lhe ofereciam drogas. Nunca cedi a esta pressão. Não sou um cara das drogas e não fumo, para mim era só cerveja.”
“Nunca toquei em nada alucinógeno porque já sou bem agitado por natureza.”
“As mulheres que frequentavam as casas de rock eram as piores – elas faziam de tudo desde que você as desse um pouco de coca.”
“Tivemos um membro da equipe de turnê que manteve uma garota amarrada em seu quarto durante três dias. Ele a deixava amordaçada, agitada, completamente nua na cama.”
Traduzido por Luciano Dias | Em 03/04/11 | Fonte: Contact Music |
Enviar por emailEnviar correçãoFonte: Bruce Dickinson: foi difícil evitar as drogas durante tours - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_852/127750-brucedickinson.html#ixzz1vYeW7W4r
Henry Rollins: O que leva um artista a não desistir?
Da coluna de HENRY ROLLINS [Henry Rollins Band, Black Flag] para o jornal estadunidense L.A. WEEKLY nessa semana:
“Ainda na Austrália, com muitos mais shows para fazer. No momento, estou em Brisbane. Chegamos algumas horas atrás de Cairns, no norte. Antes disso, estávamos em Darwin, que fica bem no topo do país. Noite passada estava uma sauna – eu saí do palco ensopado. Agora que estamos mais ao Sul, o clima é bem menos quente e úmido.
Eu já fiz uns 70 shows nessa turnê. É nessa altura que alguns artistas ou vão pra casa ou começar a cancelar shows de seus esconderijos a muitas milhas de distância. Pra mim, é aí que fica bom mesmo, como a segunda hora seguida na esteira. Precisa duns 50 shows para realmente saber que você está fazendo o lance direito; é a parte da turnê que te faz ver o quanto você quer fazer isso. Ou o show é algo pro qual você vive ou algo do qual você quer distância.
Alguns artistas e bandas simplesmente não foram feitos para ralar, e tudo bem com isso. Pra mim, sempre houve uma grande integridade para com os artistas que estão na luta todo ano, de um jeito ou de outro, fazendo o lance deles, noite após noite sob as luzes. Há, contudo, uma tênue linha entre cair no mundo porque é o que se faz, e fazê-lo porque não há mais nada que eles possam fazer.
À medida que performers envelhecem, eu reconheço que há dois caminhos que eles possam trilhar. Eles podem ficar ali, tocando mais profundamente de suas entranhas do que jamais o fizeram, ou eles podem ficar empurrando com a barriga tanto que terão um caroço na garganta quando saem da casa de shows no fim da noite. Anos atrás, eu estava em turnê, abrindo para uma banda que está no ramo há anos – grande música, muitos fãs. Durante o show, o guitarrista dava as costas pra plateia e conversava com seu roadie enquanto tocava perfeitamente. Ele não se importava de mostrar para uma casa lotada como o show não significava nada pra ele. Foi meio que devastador e eu não acho que jamais assistirei a essa banda novamente.
David Lee Roth, um homem que sempre tem frases memoráveis, me disse isso quando eu o entrevistei 22 anos atrás. Eu acho que diz tudo:
'É um trabalho de amor. Se você está nisso por algo que não a música – e estamos todos nesse meio por coisas que não são música…o cara que disse que dinheiro não traz felicidade não sabia onde fazer compras. Eu não estou descartando ganância e avareza de modo algum. Mas se essas coisas estão acima da música na lista, o lance todo vai ficar sem graça pra você na centésima hora de aula de canto.
Minha parada inteira é baseada em – e isso é o que rola comigo, se você quer saber – você tem que ter disciplina, e através dessa disciplina, algum nível de recompensa virá, e dessa recompensa virá seu orgulho. Não há nada além de orgulho nisso tudo. O dinheiro vem e vai, as mulheres vem e vão – mas o seu orgulho pode permanecer. É orgulho que leva John Lee Hooker acima. Foi o orgulho que trouxe Muhammad Ali de volta.’
Eu gosto muito disso. O orgulho é uma qualidade com a qual eu sempre estive meio às turras, já que por vezes leva uma pessoa até um ponto de vista não razoável – refiro-me à galera do ‘ame-o ou deixe-o’, mas acho que entendo que Diamond Dave esteja absolutamente certo. Pra mim, é uma questão de dever, serviço e dedicação. David Lee certa vez me disse que quando alguém compra um ingresso pro seu show, é um contrato que a pessoa tem com você. Você tem que amar aquilo, ou em algumas noites, vai doer. (...)
Postado por Nacho Belgrande | Em 21/05/12 | Fonte: Playa Del NachoFonte: Henry Rollins: O que leva um artista a não desistir? - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_839/155164-rollinsband.html#ixzz1vYe4rPqi
Guns N' Roses: 20 modelos na primeira fileira de Glasgow x
De acordo com o DailyRecord.co.uk, o GUNS N ROSES exigiu que a primeira fileira do público no show de Glasgow, Escócia, fosse preenchida por modelos estonteantes.
A banda liderada por Axl Rose contatou uma agência de modelos para mandar 20 de suas garotas mais bonitas para a apresentação. Após o show, as modelos estão convidadas a ir ao backstage participar de uma festa com o grupo.
Por Lucas Steinmetz Moita | Em 21/05/12 | Fonte: Brave Words |
Enviar por emailEnviar correçãoFonte: Guns N' Roses: 20 modelos na primeira fileira de Glasgow - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_839/155156-gunsnroses.html#ixzz1vYdgK6OA
A banda liderada por Axl Rose contatou uma agência de modelos para mandar 20 de suas garotas mais bonitas para a apresentação. Após o show, as modelos estão convidadas a ir ao backstage participar de uma festa com o grupo.
Por Lucas Steinmetz Moita | Em 21/05/12 | Fonte: Brave Words |
Enviar por emailEnviar correçãoFonte: Guns N' Roses: 20 modelos na primeira fileira de Glasgow - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_839/155156-gunsnroses.html#ixzz1vYdgK6OA
Kiss: veja prévia de novo boneco de Paul Stanley
O site KISSONLINE traz a vocês uma prévia do novo boneco (ou boneca)
de PAUL STANLEY, moldada tendo como base a aparência do músico em 1974. O
boneco da foto é um protótipo que foi submetido a aprovação. A linha
completa dos brinquedos será lançada ainda esse ano pela Figures Toys.

Postado por Nacho Belgrande | Em 21/05/12 | Fonte: Playa Del NachoFonte: Kiss: veja prévia de novo boneco de Paul Stanley - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_839/155154-kiss.html#ixzz1vYdJQ93l
Postado por Nacho Belgrande | Em 21/05/12 | Fonte: Playa Del NachoFonte: Kiss: veja prévia de novo boneco de Paul Stanley - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_839/155154-kiss.html#ixzz1vYdJQ93l
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