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domingo, 1 de julho de 2012

Kiss: livro Monster em 3 de julho, álbum apenas em outubro

O álbum "Monster" deve ser lançado apenas em outubro, mas a partir da semana que vem os fãs (apenas os muito fãs mesmo) do KISS terão a oportunidade de ter mais uma obra da banda nas mãos (em ambas as mãos, diga-se).
Alegando que "Tamnho é Documento sim" e medindo cerca de um metro de comprimento e cerca de 80 centímetros largura, o livro "Monster", descrito como o maior livro de rock da história, é uma compilação de 126 fotos raras, imagens de shows, que, segundo a banda, seriam a segunda melhor experiência depois de assisti-los ao vivo.
Apenas 1000 cópias serão produzidas e cada uma receberá numeração e tratamento manual individual.
Outro item de exclusividade são as capas, disponíveis em dez formatos. O comprador pode escolher a bandeira de sua nacionalidade (se estiver entre as dez disponíveis) para estampar a capa dos livros.
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Lamb Of God: vocalista é liberado da prisão



O vocalista do Lamb Of God, Rand Blythe, compareceu a uma audiência na manhã deste sábado, em Praga, na República Tcheca, e, aparentemente, foi solto. Blythe, no entanto, deve pagar uma fiança na próxima segunda, para pode deixar o país. Ele havia sido preso na última quinta (28/6), assim que o grupo desembarcou em Praga, sob a acusação de homicídio (leia aqui).
A acusação se refere ao show do grupo em 2010, no Club Abaton, no qual um fã pulou no palco e se machucou durante uma briga. O sujeito não resistiu aos ferimentos e morreu, levando as autoridades a responsabilizar Blythe pela sua morte. Informações definitivas sobre a situação do vocalista ainda estão sendo apuradas.

Fonte: Lamb Of God: vocalista é liberado da prisão - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_838/157888-lambofgod.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2FiSMr+%28WHIPLASH.NET+-+Rock+e+Heavy+Metal%29#ixzz1zNEy6jAE

Megadeth: filmagem profissional de show no Graspop

Disponibilizada no YouTube a performance do MEGADETH no Graspop Metal Meeting, no dia 23/06.
Setlist:
01 - Never Dead
02 - Head Crusher
03 - Hangar 18
04 - Trust
05 - She-Wolf
06 - Poison Was The Cure
07 - Sweating Bullets
08 - A Tout Le Monde
09 - Whose Life (Is It Anyways?)
10 - Public Enemy No. 1
11 - Symphony of Destruction
12 - Peace Sells
Encore:
13 - Holy Wars... The Punishment Due


Bad Company - Bad Company

A coisa mais triste se ficar velho é perceber que, enquanto algumas coisas melhoram substancialmente, outras decaem de uma forma vergonhosa. Se a Internet trouxe a possibilidade de qualquer um saber qual o nome do baterista do SAXON ou quais foram as influências de LARS ULRICH em segundos, por outro lado, tornou muitos fãs de rock n´roll de certa forma, mais comodistas, menos inquietos, mais passivos, discutindo sem ouvir, falando sem saber.
Nota: 9
O texto representa a opinião do autor
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Veja, por exemplo, o caso de PAUL RODGERS: dono de uma carreira invejável, hoje ele é conhecido “apenas” por ser o capitão do que um dia foi o QUEEN. Sem menosprezo, lógico, mas, com todo respeito aos maravilhosos remanescentes da banda, LED ZEPPELIN sem JIMMY PAGE, SABBATH sem IOMMI e QUEEN sem MERCURY não dá, né ?Por outro lado, estou certo de que um grupo muito menor de pessoas conhece o trabalho de RODGERS a fundo- um cidadão com mais de quarenta anos de serviços muito bem prestados ao rock n´roll. Seja à frente do FIRM, do FREE ou do QUEEN, o homem mostra toda a herança blueseira “bruta” que sempre se sobressai em seus vocais estupendamente trabalhados.
Em 15 de junho de 1974, sai o primeiro álbum, homônimo, do BAD COMPANY. Originalmente composta, além de RODGERS no vocal, por, SIMON KIRKE (bateria), MICK RALPHS (guitarra) e BOZ BURRELL (baixo), a banda fazia um hard rock competente- vigoroso, mas, ao mesmo tempo com alta carga melódica.
Redundante dizer que o grande diferencial do BAD era mesmo a indefectível voz de RODGERS. O vocalista, em suas interpretações, unia a doçura de STEVE WINWOOD com o “descuido” malicioso e cachaceiro de ROD STEWART- sempre mantendo o timbre de voz singular. Faixas como “Rock Steady” deixam claro que o grupo mantinha os pés fincados na tendência da época, sem vanguardismos- mas sem mesmice.
“Don´t Let Me Down” lembra vagamente a sua célebre homônima no refrão; contudo sua condução está mais para STONES do que para o quarteto de Liverpool- tá aí uma tremenda balada! Antecipando sua entrada no QUEEN (brincadeira!), “Bad Company” começa lenta ao piano, ganha espaço na dinâmica e vira um puta riff de bom gosto de RALPHS.
Falando em STONES, “Movin On” e “Can´t Get Enough” tem toda aquele carga swingueira que anos depois faria a alegria do BLACK CROWES e do BLUES TRAVELLER e vale o ótimo solo de guitarra. Já “Seagull” é folk puro, conduzida no violão e voz, ao melhor estilo dos anos 70- para minha alegria.
Vale demais uma ouvida.
Track List:
• "Can't Get Enough"
• "Rock Steady"
• "Ready for Love"
• "Don't Let Me Down"
• "Bad Company"
• The Way I Choose"
• "Movin' On"
• "Seagull"

Fonte: Bad Company - Bad Company - Resenhas de CDs http://whiplash.net/materias/cds/157912-badcompany.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2FiSMr+%28WHIPLASH.NET+-+Rock+e+Heavy+Metal%29#ixzz1zNEL1mkc

Killing Joke - Killing Joke

“Pós-Punk” designa, comumente, o período posterior ao chamado auge do punk rock, ocorrido por volta do final dos anos 70/início dos 80. Mais do que um movimento musical, a influência dessa nova postura atingia também outras áreas, como o cinema e a artes gráficas. No campo do rock n´roll, o aparecimento de bandas como MAGAZINE, PIL e WIRE exigia a identificação de seu som por uma nova nomenclatura, mais condizente com as novas estruturas melódica que, em comparação com seu predecessor, eram mais contidas, mais obscuras e melhor delineadas.
Nota: 10
O texto representa a opinião do autor 
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Uma das bandas representantes desse novo formato foi o KILLING JOKE. Formado em 1978 em Londres a banda contava, em um primeiro momento com JAZ COLEMAN (voz e teclados), "GEORDIE" KEVIN WALKER (guitarra), MARTIN GLOVER "YOUTH" (baixo) e "BIG" PAUL FERGUSON (bateria). Mantendo uma forte tendência punk clássica em suas composições, o grupo ia além, incorporando o experimentalismo nas faixas de seu primeiro álbum.Homonimamente batizado, “Killing Joke” saiu em agosto de 1980, produzido pela própria banda. COLEMAN, principal letrista da banda no período mantinha uma linha politizada de composição, tratando de temas como questões sociais e natureza humana. Quanto à sonoridade, a banda apresenta várias alterações de dinâmicas, transitando entre passagens melódicas e momentos de pura distorção, sempre ponteadas pela segura guitarra de GEORDIE.
A banda- como mencionado reiteradamente na imprensa musical- influenciou uma série de grupos como NIRVANA, FOO FIGHTERS E SOUNDGARDEN. Duas faixas desse “full length”, inclusive, foram gravadas pela banda de DAVE GROHL (“Requiem”) e pelo METALLICA (“The Wait”- no álbum de covers “The Garage Days Re-Revisited”). Entretanto, pode-se dizer que o disco com um todo é excelente, recheado de elementos que viriam influenciar do grunge e metal à new wave dos anos seguintes.
“Primitive” tem uma levada característica da banda com vocais arrastados e a guitarra de GEORDIE segurando a massa sonora, em coesão total com a cozinha do grupo.”Wardance” possui uma ótima estrutura “de fundo” em seu arranjo, com teclados inteligentes e backing vocals bem aos estilo da cena dos primórdios dos anos 80.
As guitarras quase atonais e a estrutura minimalista formam a base da excepcional “Tomorrow´s World”, enquanto “Bloodsport” é um grande exemplo de virulência com inteligência: sustentada em um riff punk de primeira, a faixa instrumental reverbera o som dos teclados, seminais, sem cair no cansaço.
“Killing Joke” é, sem dúvida, álbum referência nos anos 80- basta ver a quantidade e a qualidade das bandas que são por ele influenciados.
Track list:
1. "Requiem"
2. "Wardance"
3. "Tomorrow's World"
4. "Bloodsport"


1. "The Wait"
2. "Complications"
3. "S.O.36"
4. "Primitive"

Fonte: Killing Joke - Killing Joke - Resenhas de CDs http://whiplash.net/materias/cds/157913-killingjoke.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2FiSMr+%28WHIPLASH.NET+-+Rock+e+Heavy+Metal%29#ixzz1zNE9rNFn

Sex Pistols: o single Punk de 20 mil dólares

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Um single original de “God Save The Queen”, dos Sex Pistols, com “No Feelings” no lado B, foi arrematado no eBay pelo valor de quase 20 mil dólares. Só há notícia da existência de dois exemplares em todo o mundo. A autenticidade do vinil 7 polegadas foi garantida por David Holmes, da Detour Records, proprietário da outra cópia.

Fonte: Sex Pistols: o single Punk de 20 mil dólares - Curiosidades http://whiplash.net/materias/curiosidades/157914-sexpistols.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2FiSMr+%28WHIPLASH.NET+-+Rock+e+Heavy+Metal%29#ixzz1zNDzMe7k

• Soundgarden: "Badmotorfinger", doze faixas de esporro puro

Todo fã de rock n´roll, em um momento ou outro- ou a vida inteira mesmo- tem, ou teve, a mania de rotular bandas. Vamos confessar: é quase irresistível discutir se “Master of Puppets” ainda se identificava com a estética thrash ou não, se o LED era heavy metal ou hard rock, se tal banda era speed ou não. Tudo bem é mesmo bobo e tal- mas que é legal, é.
Nota: 10
O texto representa a opinião do autor 
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Nessas discussões da vida, apareceu há vinte e poucos anos o termo grunge. Como aconteceu com o termo “punk” dez anos antes, o “movimento” enquadrava, em termos de sonoridade, bandas que tinham pouca ou nenhuma identificação entre elas, como ALICE IN CHAINS e PEARL JAM. A bem da verdade, o termo foi criado pelo selo Sub Pop, gravadora que lançava bandas do underground americano, e no início da década de 1990, contratou Everett True, repórter do Melody Maker, para uma reportagem sobre essas bandas. Daí a nomenclatura caiu na boca do povo.Um dos grupos “iniciados” no Sub Pop foi o SOUNDGARDEN. Em 1987 foi lançado, pelo selo o EP, “Screaming Life”, que já mostrava a orientação metal da banda, uma espécie de BLUE CHEER contemporâneo, barulhento e eficientíssimo. Depois de dois bons álbuns- “Ultramega Ok” em 88 e “Louder Than Love” em 89- a banda lança, em 1991, “Badmotorfinger”.
O disco é explosão metal pura com forte influência do início da década anterior - repleto de riffs no melhor estilo “cacetada” e um vocalista singular, CHRIS CORNELL. Contando ainda com MATT CAMERON (bateria), KIM THAYL, na guitarra e BEN SHEPPERD no baixo, o que se tem aqui são doze faixas de esporro puro, sem frescura e com alto grau de testosterona.
“Rusty Cage” e “Outshined”, que abrem o álbum, são bons exemplos do que uma “alfabetização” correta em rock n´roll pode fazer: a primeira, com uma afinação de guitarra fora do padrão (uma constante no disco) foi regravado por gente do gabarito de JOHNNY CASH; a segunda é confessional- segundo CORNELL trata da idéia da dessacralização da figura de ídolo, que ele admitia não suportar.
Uma constante no disco é o inacreditável peso que permeia todas as canções: “Slavers and Bulldozers” e “Drawing Flies” possuem um dos melhores registros vocais de CORNELL (o que não é pouca coisa!), botando tudo pra fora em um estilo único. Se “Jesus Christ Pose” tem uma tremenda letra, criticando a religião usada com fins não tão nobres, “Room a Thousand Years Wide” não fica longe nesse quesito, mandando balas nos estereótipos envoltos nesse tema.
As variações rítmicas também são um destaque a parte: “New Damage”, “Somewhere” e “Face Pollution” são ótimos exemplos de como sair do esquema “quadradão” de ritmo. São essas alternâncias, inclusive, que criam identidades próprias às músicas- coisa rara de se ver em um momento em que se criam pacotes de produção onde é quase impossível se distinguir uma coisa da outra.
Enfim - rótulos a parte- Nota: 10.
Track list:
1. "Rusty Cage"
2. "Outshined"
3. "Slaves & Bulldozers"
4. "Jesus Christ Pose"
5. "Face Pollution"
6. "Somewhere"
7. "Searching with My Good Eye Closed"
8. "Room a Thousand Years Wide"
9. "Mind Riot"
10. "Drawing Flies"
11. "Holy Water"
12. "New Damage"

Fonte: Badmotorfinger - Soundgarden - Resenhas de CDs http://whiplash.net/materias/cds/157915-soundgarden.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2FiSMr+%28WHIPLASH.NET+-+Rock+e+Heavy+Metal%29#ixzz1zNDks9gK